Your browser doesn't support javascript.
loading
Mostrar: 20 | 50 | 100
Resultados 1 - 20 de 38
Filtrar
1.
Med Ultrason ; 25(1): 29-34, 2023 Mar 30.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-36780601

RESUMO

AIM: There is not much information about breast health in transgender (transexual) persons given the historical stigma that this population suffers. This research aimed to describe breast imaging patterns in transgender (trans) women and men that had been using gender affirmation hormone treatment for at least 3 years. MATERIAL AND METHODS: In this observational, cross-sectional study, 67 transgender individuals (34 trans women and 33 trans men) had mammography and breast ultrasound performed. We also classified the findings by the American College of Radiology - Breast Imaging Reporting and Data System (ACR BI-RADS®). RESULTS: We found that there was a higher frequency of dense breasts in trans women (75.8%) and in trans men (66,6%) than expected for cisgender (cis) women. CONCLUSIONS: This study highlights the importance of a deeper understanding of the image patterns of transgender breasts because of hormonal effects that the gender transition entails so we can offer better health care and preventive services in the transgender (transexual) population.


Assuntos
Pessoas Transgênero , Humanos , Masculino , Feminino , Estudos Transversais , Brasil , Mamografia , Hormônios
2.
Saúde Pesqui. (Online) ; 13(3): 653-663, jul.-set. 2020.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1121805

RESUMO

Buscou-se identificar o grau de adesão dos hospitais de referência ao Protocolo de atendimento às mulheres em situação de violência sexual no Paraná-Brasil, entre 2009 e 2015, associando aos perfis sociodemográficos e às categorias de adesão. Estudo observacional transversal, população composta por todas as mulheres em situação de violência sexual, atendidas por 28 Hospitais do Paraná. Analisaram-se dez itens sobre a taxa de adesão: desde o acolhimento, profilaxias, até encaminhamentos posteriores ao trauma. Encontrou-se que todos os Hospitais fizeram o atendimento agudo às mulheres: 50% aderiram às Profilaxias ISTs, AIDS e hepatites, coletas de secreção e exames sanguíneos; 63% ofereceram contracepção de emergência; 69% encaminharam para acompanhamento ambulatorial. Houve associação entre idade, etnia, escolaridade e estado civil com melhores taxas de adesão ao Protocolo. Entendeu-se que Hospitais de referência se preocupam com atendimentos agudos, mas não aderem integralmente às medidas profiláticas, multidisciplinares e continuadas.


The adhesion rate of reference hospitals to the Protocol of Attendance for women in situations of sexual violence in the state of Paraná, Brazil, between 2009 and 2015, is provided, associating it with sociodemographic profiles and adhesion categories. Current transversal observational study comprised an all-female population in situations of sexual violence attended by 28 hospitals in the state of Paraná. Ten items were analyzed, including reception of patient, prophylaxis and posttrauma referrals. All hospitals performed primary care for victims; 50% adhered to STIs, AIDS and hepatitis prophylaxis, secretion collection and blood tests; 63% offered emergency contraception; 69% forwarded them to outpatient follow-up. There was an association between age, ethnicity, education and marital status with better rates of adherence to the Protocol. Although reference hospitals are concerned with total care, they do not fully adhere to prophylactic, multidisciplinary and continuous measures.

3.
Int J Womens Health ; 12: 235-242, 2020.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-32280282

RESUMO

OBJECTIVE: To compare the bleeding pattern in women using ethinylestradiol 20 mcg/drospirenone 3 mg (EE 20 mcg/DRSP 3 mg) in a 24/4-day cyclic regimen with an extended regimen. Unexpected bleeding/spotting in the extended regimen group was managed by allowing a 4-day hormone-free interval (HFI). METHODS: This was a randomized, prospective, open-label, multicenter study. Participants (N = 348) were randomized to receive EE 20 mcg/DRSP 3 mg in either an extended regimen (EE/DRSPes group) or a 24/4-day cyclic regimen (EE/DRSP24/4 group) and followed for 168 days. In the EE/DRSPes group, a 4-day HFI was allowed whenever unexpected bleeding/spotting persisted for ≥7 consecutive days. The participants assessed their bleeding daily as "no bleeding," "spotting," or "light," "moderate," or "heavy" bleeding according to a predefined scale. RESULTS: EE/DRSPes group experienced fewer days of bleeding than those using a 24/4 cyclic regimen (P < 0.001). After 168 days, 57.5% of women in the EE/DRSPes group achieved complete amenorrhea (i.e., neither bleeding nor spotting) and 73.9% achieved "no bleeding" (i.e., no bleeding with or without spotting) during the final 28-day interval of the study period. Women in the extended group who instituted the 4-day HFI experienced a 94.1% rate of successful management of unexpected bleeding/spotting. CONCLUSION: The use of EE 20 mcg/DRSP 3 mg in an extended regimen resulted in high rates of amenorrhea and "no bleeding". Unexpected bleeding/spotting in the EE/DRSPes group could be managed effectively with a 4-day HFI. CLINICAL TRIAL REGISTRATION: International Standard Randomised Controlled Trial Number (ISRCTN57661673): http://www.controlled-trials.com/isrctn/pf/57661673.

5.
In. Fernandes, César Eduardo; Sá, Marcos Felipe Silva de. Tratado de ginecologia Febrasgo. Rio de Janeiro, Elsevier, 2019. p.423-434, tab.
Monografia em Português | Sec. Est. Saúde SP, SESSP-HMLMBACERVO | ID: biblio-1087105
6.
Rev. bras. ginecol. obstet ; Rev. bras. ginecol. obstet;33(11): 328-333, nov. 2011. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-611354

RESUMO

OBJETIVO: conhecer a prevalência da clamídia e da gonorreia numa amostra de mulheres da cidade de Curitiba. MÉTODOS: estudo transversal com mulheres sexualmente ativas entre 16 e 23 anos, útero intacto, não gestantes, com até quatro parceiros sexuais, sem evidência de cervicite purulenta ou febre e que foram submetidas a exame pélvico e avaliadas pelo método PCR em amostra de urina para clamídia e gonorreia. Os critérios de exclusão foram: vacinação para o HPV, história de vacinação nos últimos 21 dias, citologia oncótica anterior anormal, história de verrugas genitais, esplenectomia, distúrbios imunológicos e uso de imunossupressores. Foi aplicada entrevista contendo dados sociodemográficos, gineco-obstétricos e de comportamento de risco para doença sexualmente transmissível. Para a análise estatística, utilizou-se o teste do c2 ou o teste exato de Fisher para avaliar a associação entre as variáveis. RESULTADOS: a prevalência da infecção por clamídia e gonorreia no grupo estudado foi de 10,7 e 1,5 por cento, respectivamente, sendo a taxa de coinfecção de 0,9 por cento. Não foi encontrada correlação entre as faixas de idade das voluntárias, a idade de início da atividade sexual, o número de parceiros sexuais e o número de novos parceiros sexuais nos últimos seis meses, com a presença de clamídia ou gonorreia. As mulheres que apresentavam corrimento ou ectrópio tiveram uma prevalência de infecção por clamídia duas vezes mais alta do que aquelas que não apresentavam esses sinais. CONCLUSÕES: os resultados foram similares aos estudos nacionais, utilizando PCR em amostra de urina para detecção de clamídia e gonorreia, com amostras de mulheres não gestantes nas mesmas faixas de idade e com os mesmos antecedentes. Por terem sido excluídas as voluntárias com mais de quatro parceiros sexuais e aquelas que apresentavam endocervicite purulenta, acredita-se que a prevalência da infecção pela clamídia e gonorreia poderia ter sido maior na população estudada.


PURPOSE: to determine the prevalence of Chlamydia and gonorrhea in a sample of women from Curitiba. METHODS: this was a cross-sectional study with a sample of sexually active non-pregnant women aged between 16 and 23 years-old, with an intact uterus, with up to four sexual partners, without evidence of fever or purulent cervicitis, submitted to pelvic examination and PCR-based urine- testing for Chlamydia and gonorrhea. Exclusion criteria included: vaccination for HPV, vaccination history for the past 21 days, previous abnormal cytology, history of genital warts, splenectomy, immune disorders, and use of immunosuppressive drugs. An interview regarding sociodemographic and obstetric data and gynecological risk behavior for sexual transmitted diseases was applied. For statistical analysis, we used the c2 or Fisher’s exact test to assess the association between variables. RESULTS: the prevalence of Chlamydia and gonorrhea infection in the study group was 10.7 and 1.5 percent, respectively, and the rate of coinfection was 0.9 percent. No correlation was found between the age range of the volunteers, the onset of sexual activity, the number of sexual partners and of new sexual partners in the last six months, and the presence of Chlamydia or gonorrhea. In women who had vaginal discharge or ectropion, the prevalence of Chlamydia infection was two times higher than in those without such signs. CONCLUSIONS: the results of this study were similar to national studies using PCR in urine samples for the detection of Chlamydia and gonorrhea in samples of non-pregnant women of the same age groups and with the same background. Since the volunteers with more than four sexual partners and those who had purulent endocervicitis were excluded, it is believed that the prevalence of Chlamydia and gonorrhea infection could have been greater in this population.


Assuntos
Feminino , Humanos , Adulto Jovem , Chlamydia trachomatis , Infecções por Chlamydia/epidemiologia , Gonorreia/epidemiologia , Comportamento Sexual/estatística & dados numéricos , Brasil , Prevalência , Saúde da População Urbana
7.
Rev Bras Ginecol Obstet ; 33(11): 328-33, 2011 Nov.
Artigo em Português | MEDLINE | ID: mdl-22267110

RESUMO

PURPOSE: to determine the prevalence of Chlamydia and gonorrhea in a sample of women from Curitiba. METHODS: this was a cross-sectional study with a sample of sexually active non-pregnant women aged between 16 and 23 years-old, with an intact uterus, with up to four sexual partners, without evidence of fever or purulent cervicitis, submitted to pelvic examination and PCR-based urine- testing for Chlamydia and gonorrhea. Exclusion criteria included: vaccination for HPV, vaccination history for the past 21 days, previous abnormal cytology, history of genital warts, splenectomy, immune disorders, and use of immunosuppressive drugs. An interview regarding sociodemographic and obstetric data and gynecological risk behavior for sexual transmitted diseases was applied. For statistical analysis, we used the χ(2) or Fisher's exact test to assess the association between variables. RESULTS: the prevalence of Chlamydia and gonorrhea infection in the study group was 10.7 and 1.5%, respectively, and the rate of coinfection was 0.9%. No correlation was found between the age range of the volunteers, the onset of sexual activity, the number of sexual partners and of new sexual partners in the last six months, and the presence of Chlamydia or gonorrhea. In women who had vaginal discharge or ectropion, the prevalence of Chlamydia infection was two times higher than in those without such signs. CONCLUSIONS: the results of this study were similar to national studies using PCR in urine samples for the detection of Chlamydia and gonorrhea in samples of non-pregnant women of the same age groups and with the same background. Since the volunteers with more than four sexual partners and those who had purulent endocervicitis were excluded, it is believed that the prevalence of Chlamydia and gonorrhea infection could have been greater in this population.


Assuntos
Infecções por Chlamydia/epidemiologia , Chlamydia trachomatis , Gonorreia/epidemiologia , Comportamento Sexual/estatística & dados numéricos , Brasil , Feminino , Humanos , Prevalência , Saúde da População Urbana , Adulto Jovem
8.
Femina ; 37(11)nov. 2009. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-545662

RESUMO

O coordenador de estudos clínicos (CEC) é a pessoa responsável pelogerenciamento desse tipo de estudo. Poucos trabalhos científicos têm trazido dados a respeito do papel doCEC nas diferentes especialidades médicas. Este estudo tem como objetivo revisar a literatura e identificar a suafunção. Entre 1997 e 2008, identificaram-se 76 publicações sobre pesquisa clínica envolvendo CEC. Apenas16 referiam-se especificamente às atividades desse profissional. Foram descritos 19 tipos de habilidades, 25subcategorias e 128 diferentes funções de um CEC. Entre elas destacam-se: habilidades clínicas, psicossociais, decomunicação e organizacional e a responsabilidade pelo processo do termo de consentimento livre e esclarecido.Em alguns locais, o CEC escreve protocolos de pesquisas e faz avaliações estatísticas. Para esse trabalho, muitasvezes, há necessidade de disponibilidade em horário integral. A literatura disponível sobre as funções do CEC équase totalmente estrangeira e reduzida. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pesquisa Clínica é responsável porquase todas as publicações existentes. Todavia, muito do que se lê em publicações estrangeiras acerca do papeldo coordenador não corresponde à realidade brasileira.


The Study Coordinator (SC) is the person who is responsible for themanagement of clinical studies. Few scientific studies have shown data about the role of the SC in variousmedical specialties. This article aims to search for and identify the scientific literature regarding the role of theSC. Between 1977 and 2008, 76 publications on clinical research involving SC were identified. Only 13 werespecifically related to the functions of a SC. The activities described included 19 types of skills, 25 subcategoriesand 128 different functions of a SC. Among them, it is possible to mention: clinical, psychosocial, communicativeand organizational skills, as well as the responsibility for the whole process of the informed consent. In someplaces, the SC writes protocols of research and makes statistical evaluations. In order to accomplish this job, theSC often has to be available in full time. The literature that brings information on the role of the SC is almostcompletely foreign and in small number. In Brazil, the Brazilian Society of Clinical Research is responsible foralmost all the existing publication. However, much of what one reads in foreign publications about the role ofthe SC does not correspond to the Brazilian reality.


Assuntos
Masculino , Feminino , Competência Clínica , Comitês de Ética em Pesquisa/organização & administração , Ensaios Clínicos como Assunto/ética , Organização e Administração , Pesquisa Biomédica/organização & administração , Pesquisa Biomédica/tendências , Pesquisadores/organização & administração , Protocolos Clínicos/normas
9.
Contraception ; 74(6): 446-50, 2006 Dec.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-17157100

RESUMO

PURPOSE: Positive effects on premenstrual symptoms have been observed with low-dose oral contraceptives. Drospirenone is a synthetic progestogen with antiandrogenic and antimineralocorticoid effects. This open-label, multicenter study evaluated the effects of a combination of ethinylestradiol 30 microg and drospirenone 3 mg on safety, cycle control, general well-being and fluid-related symptoms in women with premenstrual disorders requesting contraception. MATERIALS AND METHODS: A total of 241 healthy volunteers with symptoms of premenstrual disorder was enrolled in the study. Of the final sample, 203 completed the six-cycle treatment and were included in the efficacy analysis whereas 236 were included in the tolerability analysis. The subjects recruited to the study were required to fill up the Psychological General Well-Being Index (PGWBI). RESULTS: There was no significant change in body weight or blood pressure throughout the treatment. Adverse events reported by patients during treatment consisted of those already known to be associated with oral contraceptive use. PGWBI scores were significantly higher after six cycles of treatment compared with baseline values (p<.0001). A total of 198 (84.2%) subjects reported a great improvement in premenstrual symptoms. CONCLUSIONS: The results of this study confirm that oral use of a combination of ethinylestradiol 30 microg and drospirenone 3 mg provides good cycle control, is well tolerated and has a positive impact on symptoms of premenstrual disorder.


Assuntos
Afeto/efeitos dos fármacos , Androstenos/administração & dosagem , Líquidos Corporais/efeitos dos fármacos , Anticoncepcionais Orais Combinados/administração & dosagem , Etinilestradiol/administração & dosagem , Ciclo Menstrual/efeitos dos fármacos , Síndrome Pré-Menstrual/psicologia , Adolescente , Adulto , Androstenos/efeitos adversos , Pressão Sanguínea/efeitos dos fármacos , Peso Corporal/efeitos dos fármacos , Anticoncepção , Anticoncepcionais Orais Combinados/efeitos adversos , Etinilestradiol/efeitos adversos , Feminino , Humanos , Ciclo Menstrual/psicologia , Congêneres da Progesterona/administração & dosagem , Congêneres da Progesterona/efeitos adversos
10.
Vaccine ; 24(27-28): 5571-83, 2006 Jul 07.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-16753240

RESUMO

Human papillomavirus (HPV) infection causes cervical cancer and genital warts. Young women (1106) were randomized to receive one of three formulations of a quadrivalent HPV (Types 6/11/16/18) L1 virus-like particle (VLP) vaccine or one of two placebo formulations. The goal was to assess vaccine safety and immunogenicity in baseline HPV 6/11/16 or 18-naïve and previously infected subjects. All three formulations were highly immunogenic. At Month 2 (postdose 1), among women with vaccine-type antibodies at baseline, vaccine-induced anti-HPV responses were approximately 12- to 26-fold higher than those observed in baseline-naïve women, suggesting an anamnestic response. Following an initial, similar sized decline, anti-HPV responses plateaued and remained stable through end-of-study (3.0 years). No vaccine-related serious adverse experiences were reported.


Assuntos
Papillomaviridae/imunologia , Vacinas contra Papillomavirus , Vacinas Virais/administração & dosagem , Vacinas Virais/imunologia , Adolescente , Adulto , Anticorpos Antivirais/biossíntese , Anticorpos Antivirais/imunologia , Método Duplo-Cego , Feminino , Papillomavirus Humano 11/imunologia , Papillomavirus Humano 16/imunologia , Papillomavirus Humano 18/imunologia , Papillomavirus Humano 6/imunologia , Humanos , Papillomaviridae/classificação , Infecções por Papillomavirus/imunologia , Infecções por Papillomavirus/virologia , Vacinas Virais/efeitos adversos
11.
Femina ; 33(8): 595-601, ago. 2005. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-471153

RESUMO

Na América Latina e no Caribe vivem 518 milhões de pessoas, sendo 25 porcento na área rural. Os índios da Bolívia, Equador, Guatemala, México e Peru são 47 milhões, os que mais ficaram à margem dos serviços em anticoncepção. A urbanização varia desde 38 porcento (Guatemala) até 91 porcento (Uruguai). Entre 1990 e 2025 o aumento na população rural será de 50 milhões de pessoas. A prevalência de uso de anticoncepcionais chega a 77 porcento no Brasil e 32 porcento na Guatemala. Na Bolívia e no Peru 23 porcento da população usam contraceptivos tradicionais. O número ideal de filhos desejados por casal tem diminuído em toda a região. Entretanto, o acesso aos contraceptivos, em especial da população rural/indígena, é limitado; as necesidades insatisfeitas variam de 16 a 29 porcento nos países. Praticam-se desde dois até seis abortamentos por dez nascidos vivos, resultando em alta morbidade/mortalidade. A pílula anticoncepcional é o método mais conhecido e usado, com alto nível de satisfação das usuárias. Falhas e descontinuidade no uso podem ser altas por falta de orientação. Amigas/familiares e médicos/hospitais são as fontes mais comuns para informação. A drospirenona, usada na pílula combinada, graças aos seus efeitos antimineralocorticóides e anti-androgênicos, pode justificar que as mulheres continuem a usá-la


Assuntos
Humanos , Feminino , Aborto Induzido , Anticoncepção/estatística & dados numéricos , Anticoncepção/métodos , Anticoncepção/tendências , Anticoncepcionais Orais , Indígenas Centro-Americanos , Indígenas Norte-Americanos , Indígenas Sul-Americanos , América Latina , População Rural , Política de Planejamento Familiar , Fatores Socioeconômicos
12.
Rev. bras. ginecol. obstet ; Rev. bras. ginecol. obstet;26(6): 477-482, jul. 2004. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-365532

RESUMO

OBJETIVO: avaliar a morbidade e a mortalidade neonatais relacionadas à idade materna igual ou superior a 35 anos. MÉTODOS: de 2.377 nascimentos em um ano, 316 (13,6 por cento) eram de gestantes com idade igual ou superior a 35 anos. As gestantes selecionadas foram comparadas com mulheres entre 20 a 29 anos, randomicamente selecionadas entre 1170 delas (49,2 por cento). Foram incluídas gestantes com idade gestacional acima de 22 semanas e recém nascido (RN) acima de 500 g. Foram excluídos 14 gemelares. Para avaliar a morbidade e a mortalidade foram consideradas as seguintes variáveis: índice de Apgar, peso ao nascer, malformações congênitas, adequação do peso ao nascer e a mortalidade neonatal até a alta hospitalar. RESULTADOS: quando avaliadas em conjunto nuliparas e multíparas, as gestantes com idade igual ou superior a 35 anos apresentaram uma proporção significativamente maior de resultados perinatais desfavoráveis, o que não se manteve quando foram excluídas as nulíparas. Multíparas com idade igual ou superior a 35 anos apresentaram maior proporção de índice de Apgar baixo no 1º minuto: 21,3 e 13,1 por cento (p = 0,015); RN pequeno para a idade gestacional: 15,2 e 6,7 por cento (p < 0,02); RN grande para a idade gestacional: 5,7 e 0,0 por cento (p < 0,02); baixo peso ao nascer: 23,8 e 14,5 por cento (p < 0,01) e prematuridade: 16,7 e 6,7 por cento (p < 0,005), respectivamente. Não foram encontradas diferenças significativas para o índice Apgar baixo no 5º minuto, malformações congênitas, condições do recém-nascido no momento da alta hospitalar e mortalidade neonatal. CONCLUSÕES: ocorreu um aumento da morbidade neonatal nas gestantes com idade igual ou superior a 35 anos, porém sem aumento da mortalidade neonatal.


Assuntos
Humanos , Feminino , Gravidez , Recém-Nascido Prematuro , Mortalidade Infantil , Idade Materna
13.
Femina ; 32(3): 225-230, abr. 2004. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-404415

RESUMO

Novos contraceptivos hormonais têm-se tornado disponíveis recentemente no arsenal médico, com características próprias, apresentando vantagens em face dos já conhecidos. Objetiva-se descrever um novo sistema transdérmico contraceptivo (CT) recentemente disponibilizado no Brasil, analisar a experiência internacional com esse método e fornecer dados de uma pesquisa comportamental realizada para conhecer a opinião de possíveis usuários do CT. O CT é utilizado uma vez por semana, por três semanas consecutivas, e, na quarta semana, livre do adesivo, ocorre o sangramento de privação. Pode ser utilizado em diversas partes do corpo, exceto as mamas. Libera diariamente 20 ug de etinilestradiol e 150 ug de norelgestromina, progestágeno de 3ª geração, em níveis constantes. A eficácia do CT é de 99,4 (percentual), Índice de Pearl de 0,7. O controle do ciclo/perfil de efeitos colaterais são adequados, comparáveis aos das pílulas. A adesão da paciente ao uso é superior no CT (88,7) comparada à pílula (79,2), p<0,001, não variando nas diferentes faixas etárias. A adesividade, estudada sob variadas condições de clima e atividade física, indicou taxa de descolamento total em torno de 1,7 (percentual). Estudo brasileiro recente demonstrou que 91 (percentual)de 500 pacientes estudadas referiram que usariam o método e 78 (percentual) o caracterizaram positivamente como "excelente", "muito bom" ou bom


Assuntos
Humanos , Feminino , Administração Cutânea , Anticoncepção/métodos , Anticoncepção/tendências , Anticoncepcionais Femininos , Implantes de Medicamento , Absorção Cutânea , Serviços de Planejamento Familiar/tendências
14.
Reprod. clim ; 19: 12-17, 2004. graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-433069

RESUMO

OBJETIVO: Os anticoncepcionais hormonais orais vêm sofrendo progressiva redução de dose desde as suasformulações iniciais, sem, no entanto comprometer sua eficácia e com considerável melhora do seu perfil de segurança. Entre jovens adolescentes, a satisfação com essas novas formulações tem sido maior que a de usuárias de outros métodos. Isso é particularmente conveniente, já que nessa faixa etária ocorre a maioria das gestações não-desejadas. O impacto causado por essas gestações e os riscos associados ao alto percentual de abortos justifica o desenvolvimento e a análise de novas formulações contraceptivas em pacientes adolescentes. Nosso objetivo neste estudo foi avaliar a tolerabilidade, aceitabilidade e controle do ciclo de um contraceptivo hormonal oral de baixa dose contendo gestodeno (75 microgramas) e etinilestradiol (20 microgramas), em mulheres adolescentes. MÉTODOS: Este foi um ensaio clínico aberto, não-comparativo e multicêntrico conduzido em pacientes ambulatoriais. A idade das participantes deste estudo variou de 14 a 20 anos. Estatísticas descritivas foram empregadas para a análise do controle do ciclo e segurança. Alterações de peso, estatura, pressão arterial, freqüência cardíaca, dados laboratoriais, duração do ciclo, e sangramento de privação foram avaliados pelo teste t pareado. RESULTADOS: O presente estudo avaliou um número significativo de ciclos (918 ciclos) para permitir uma análise adequada dos sangramentos de privação e intermenstruais na vigência da medicação proposta. Conforme observamos, o emprego da formação GTD75/EE20 ofereceu um bom controle do ciclo, praticamente não alterando o padrão próprio da usuária, prévio ao uso do contraceptivo. CONCLUSÕES: A formulação contraceptiva GTD75/EE20 traz características muito adequadas à sua indicação em adolescentes que, para aceitação e aderência apropriadas, necessitam de um método seguro, com bom controle de ciclo, eficácia contraceptiva, bom controle do peso corporal e baixa incidência de reações adversas


Assuntos
Humanos , Feminino , Adolescente , Adulto , Adolescente , Anticoncepcionais Orais Combinados/administração & dosagem , Anticoncepcionais Orais Combinados/efeitos adversos , Anticoncepcionais Orais Combinados/farmacologia , Anticoncepcionais Orais Hormonais/administração & dosagem , Anticoncepcionais Orais Hormonais/farmacologia , Etinilestradiol/administração & dosagem , Etinilestradiol/farmacologia , Gravidez , Hemorragia
16.
Rev. bras. ginecol. obstet ; Rev. bras. ginecol. obstet;23(9): 583-587, out. 2001. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-299200

RESUMO

Objetivos: analisar as características sociodemográficas das mulheres vítimas de violência sexual, avaliar a experiência sexual prévia, pesquisar a utilizaçäo de métodos anticoncepcionais por ocasiäo da violência e observar o período de tempo desde a agressäo até o atendimento hospitalar. Métodos: foram analisados os dados de 117 fichas pré-codificadas, e um total de 134 atendimentos. As fichas foram utilizadas no atendimento de mulheres vítimas de violência sexual na Maternidade do Hospital de Clínicas de Curitiba no período de agosto de 1998 até junho de 2000. Resultados: a idade das mulheres variou de 5 a 49 anos, sendo que a metade era de jovens, com até 19 anos. A maioria tinha segundo grau completo ou incompleto, 41 (41,0 por cento) eram estudantes e 82 (82,0 por cento) eram solteiras. Na análise da experiência sexual prévia, constatou-se que cerca de um terço (32,4 por cento) era virgem. Das mulheres que referiam ter vida sexual prévia, 35 (47,9 por cento) usavam algum método anticoncepcional quando da agressäo. Houve variaçäo de 2 horas a 2 meses em relaçäo ao tempo decorrido desde a violência sexual até a procura por atendimento. Conclusöes: o número de mulheres vítimas de violência sexual evidencia a importância de um atendimento especializado a estas pacientes. Há também necessidade de este atendimento ser multidisciplinar, já que dentre as vítimas existem grupos que necessitam de atençäo diferenciada, como por exemplo as crianças. O intervalo entre a violência sexual e a procura do serviço pode ser considerado como indício de que a populaçäo deve ter acesso a mais informaçöes em relaçäo à prevençäo de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a infecçäo pelo HIV.


Assuntos
Humanos , Feminino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Mulheres Maltratadas , Estupro , Violência , Anticoncepção , Infecções Sexualmente Transmissíveis/prevenção & controle , Serviços Médicos de Emergência
18.
Folha méd ; 119(2): 48-52, abr.-jun. 2000. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-264429

RESUMO

Um estudo multicêntrico foi conduzido em 14 centros brasileiros para avaliar a eficácia, tolerabilidade, controle de ciclo e bem-estar em mulheres, não fumantes, acima de 35 anos utilizando um contraceptivo de baixa dose contendo gestodeno e etinilestradiol, durante seis ciclos de tratamento. Participaram do estudo 180 mulheres na faixa etária de 35 a 47 anos, das quais 158 (87,8 por cento) completaram os seis ciclos de tratamento. Nenhuma gravidez ocorreu entre as usuárias do contraceptivo em estudo. Um total de 950 ciclos foi avaliado. Em 92,5 por cento dos ciclos não houve spotting nem sangramento de escape. Ocorreu spotting em 7,2 por cento dos ciclos e sangramento de escape em 0,3 por cento dos ciclos. Com relação ao número de mulheres, 82,2 por cento não apresentaram spotting nem sangramento de escape em nenhum momento do ciclo. Observou-se uma diminuição significativa, indicativa de melhora, com relação ao pré-tratamento, nos escores do questionário de Moos de desconforto menstrual relativos a dor, concentração, mudanças comportamentais, afeto negativo, reações autonômicas, retenção hídrica e controle. Não houve alterações clinicamente significativas de peso, pressão arterial nem resultados laboratoriais. A adesão ao tratamento foi boa, tendo havido esquecimento de tomada de uma ou mais pílulas em apenas 3 por cento do total de ciclos; 12,2 por cento das mulheres não completaram o período de seis ciclos de tratamento, sendo que em 1,1 por cento dos casos a razão para descontinuação foi atribuída a efeitos adversos. Os resultados permitem concluir pela eficácia contraceptiva, bom controle de ciclo, tolerabilidade e bem-estar associados ao uso do contraceptivo de baixa dose contendo gestodeno e etinilestradiol em mulheres acima de 35 anos.


Assuntos
Humanos , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Anticoncepcionais Orais Sintéticos/efeitos adversos , Anticoncepcionais Orais Combinados/efeitos adversos , Etinilestradiol/efeitos adversos , Ciclo Menstrual/fisiologia , Norpregnenos/efeitos adversos , Anticoncepcionais Orais Sintéticos/administração & dosagem , Anticoncepcionais Orais Combinados/administração & dosagem , Etinilestradiol/administração & dosagem , Norpregnenos/administração & dosagem , Pré-Menopausa , Resultado do Tratamento
SELEÇÃO DE REFERÊNCIAS
DETALHE DA PESQUISA