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Intervalo de año de publicación
1.
Ann Med ; 56(1): 2406458, 2024 Dec.
Artículo en Inglés | MEDLINE | ID: mdl-39301885

RESUMEN

The practice of hormone therapy is crucial in aligning secondary sex characteristics with the gender identity of transgender adults. This study examines the effects of a commonly used injectable hormone combination, specifically estradiol enanthate with dihydroxyprogesterone acetophenide (EEn/DHPA), on serum hormonal levels and self-reported satisfaction with breast development in transwomen. Our research focused on a retrospective longitudinal study involving a large cohort of transwomen evaluated between 2020 and 2022, comprising 101 participants. We assessed serum levels of estradiol (E2), testosterone (T), luteinizing hormone (LH), and follicle-stimulating hormone (FSH), comparing the EEn/DHPA hormonal regimen with other combined estrogen-progestogen (CEP) therapies. Additionally, a subset of 43 transwomen completed a 5-question survey to evaluate self-reported satisfaction with breast development using Tanner scales. Our findings indicated that participants using the EEn/DHPA regimen exhibited significantly higher serum E2 levels (mean: 186 pg/mL ± 32 pg/mL) than those using other therapies (62 ± 7 pg/mL), along with lower FSH levels, but no significant differences in T and LH levels. Concerning satisfaction with breast development, 76% reported increased fulfillment with breast augmentation while using EEn/DHPA. These results suggest that an injectable, low-cost EEn/DHPA administered every three weeks could serve as an alternative feminizing regimen, particularly considering the extensive long-term experience of the local transgender community. Further longitudinal studies on the efficacy of feminizing-body effects and endovascular risks of various parenteral CEP types are warranted to improve primary healthcare provision for transgender persons.


Asunto(s)
Estradiol , Personas Transgénero , Humanos , Femenino , Estradiol/administración & dosificación , Estradiol/sangre , Adulto , Estudios Retrospectivos , Masculino , Estudios Longitudinales , Mama/efectos de los fármacos , Satisfacción del Paciente , Servicios de Salud Comunitaria , Testosterona/administración & dosificación , Testosterona/sangre , Hormona Luteinizante/sangre , Hormona Folículo Estimulante/administración & dosificación , Hormona Folículo Estimulante/sangre , Persona de Mediana Edad , Adulto Joven
3.
Artículo en Portugués | CONASS, Coleciona SUS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1512117

RESUMEN

Introdução: Estima-se que a população trans idosa também tenha crescido com base no aumento da população idosa acima de 60 anos segundo o IBGE em 2021. Além disso, pessoas trans e travestis possuem vivências diversificadas com relação à saúde sexual e aos recursos para modificação corporal. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência sobre as principais demandas de saúde das pessoas trans idosas atendidas pelo ambulatório do Núcleo TransUnifesp (NTU), ressaltando-se os manejos específicos ofertados e elaborados a partir da prática de cuidado desenvolvida por uma equipe de saúde especializada. Resultados: Observou-se que 1,92% das 260 pessoas trans cadastradas no NTU tinham idade acima dos 60 anos. Dentre as principais demandas, destacamos: 1) a busca pelo acompanhamento especializado, 2) a necessidade de apoio psicossocial, 3) manter o uso de hormônios de maneira segura, 4) conseguir relatórios multiprofissionais para cirurgias, 5) laserterapia para epilação e, 6) ampliar o acompanhamento em saúde integral, tais como para prevenção de câncer de próstata e mama. Observamos também a necessidade de realizar acompanhamentos específicos com relação a hormonização para pessoas que realizaram ou não a gonadectomia, atentando para a promoção, prevenção e tratamento das condições ósseas e cardiometabólicas de pessoas trans agravadas com o envelhecimento. Além disso, verificamos a necessidade de valorizar o aspecto de que pessoas idosas podem ter uma vida sexual ativa, sendo necessário aprofundar esse conjunto de cuidados de promoção da saúde sexual e prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis, assim como assistir pessoas trans idosas que vivem com HIV, atentando-se para as interseccionalidades, como as condições sociais e o acesso a uma alimentação adequada. Conclusão: as pessoas trans idosas apresentam demandas específicas de cuidado, a partir das quais deve ser construída uma linha de cuidado transdisciplinar visando a um envelhecimento mais saudável e feliz.

4.
Artículo en Portugués | CONASS, Coleciona SUS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-CTDPROD, Sec. Est. Saúde SP | ID: biblio-1512120

RESUMEN

Introdução: O ambulatório do Núcleo de Estudos, Pesquisa, Extensão e Assistência à Pessoa trans Professor Roberto Farina da Universidade Federal de São Paulo - Núcleo TransUnifesp (NTU) - desenvolve um conjunto de atividades transdisciplinares sobre transgeneridade e intersexualidade. Sua equipe é composta por profissionais de diferentes áreas que possuem como diretriz o cuidado do sujeito em sua integralidade. Objetivos: Descrever, na forma de relato de experiência, o perfil sociodemográfico das pessoas atendidas. Métodos: Estudo transversal exploratório sobre as características sociodemográficas das pessoas atendidas no ambulatório do NTU entre 2017 e 2022 (5 anos). As informações foram obtidas por autodeclaração a partir do preenchimento do cadastro por ocasião do acolhimento. Resultados: Dos 255 cadastros, verificamos que a idade das pessoas variou de 18 aos 73 anos (média 29,8 anos). Dessas, 109 (42,5%) declararam terem feito a retificação de seus documentos. Quanto à raça/cor, 143 (56,0%) se declararam brancas, 66 (25,8%) pardas, 29 (11,3%) pretas, 4 (1,5%) amarelas, 3 (1,1%) indígenas e de 10 (3,9%) não obtivemos informação. Do total, 191 (74,9%) referiram ser casadas, 48 (18,9%) solteiras e 16 (6,2%) não informaram. Em relação ao gênero, 122 (47,8%) são mulheres, 87 (34,1%) homens trans, 22 (8,6%) travestis, 10 (3,9%) não binárias, 3 (1,2%) sem gênero; 2 (0,8%) queer; 1 (0,4%) cross-dresser, 4 (1,5%) outra e 4 (1,5%) não informaram. Quanto à escolaridade, 21 (8,2%) possuem o fundamental incompleto, (2,3%) fundamental completo, 19 (7,4%) médio incompleto, 87 (34,1%) médio completo; 70 (27,4%) superior incompleto, 37 (14,5%) superior completo, 8 (3,1%) com pós-graduação e 7 (2,7%) não informaram. Quanto a procedência, 105 (41,2%) moram na capital (São Paulo) e 143 (56,1%) fora. Em relação à orientação sexual, 137 (53,7%) se declararam heterossexuais, 22 (8,6%) bissexuais, 17 (6,7%) homossexuais, 7 (2,7%) assexuais, 4 (1,6%) pansexuais, 6 (2,4%) com outras orientações e 62 (24,3%) não informaram. Do total, 41 (16%) eram estudantes, 38 (14,9%) trabalhadores(as) de serviços, 30 (11,7%) do comércio, 19 (7,4%) desempregadas, 17 (6,6%) trabalham como técnicas de nível médio, 16 (6,2%) na indústria, 12 (4,7%) em serviço administrativo, 12 (4,7%) e 11 (4,3%) como profissionais das ciências sociais ou humanas e ciências biológicas ou da saúde respectivamente, 10 (3,9%) educadoras, 7 (2,7%) do lar; 4 (1,5%) trabalhadoras da lavoura, 23 (9%) em outras ocupações e 15 (5,9%) não informaram. Três pessoas declararam serem trabalhadoras do sexo. Quanto aos procedimentos realizados previamente, 139 (54,5%) fizeram hormonização sem orientação de profissional de saúde, das quais 83 (59,7%) eram mulheres trans, 34 (24,4%) homens trans, 14 (10,0%) travestis, 4 (2,8%) pessoas de gênero não binário e outras 4 com outra identidade. Do total, 25 pessoas (9,8%) relataram a aplicação de silicone industrial. Quanto às demandas em saúde, a busca na clínica pela endocrinologia e saúde mental (psicologia e psiquiatria), e a mastectomia e neovulvovaginoplastia na cirurgia, foram as mais procuradas. Conclusões: A experiência de equipe do NTU reconhece a importância da atenção primária transdisciplinar como porta de entrada para o atendimento de pessoas trans, e da atenção especializada ofertada em rede, especialmente quando ligado à universidade, na produção de conhecimento e formação de profissionais, garantindo maior suporte em situações de demandas complexas, contribuindo com a ampliação do atendimento integral e com o acesso aos equipamentos de saúde específicos.

5.
BIS, Bol. Inst. Saúde (Impr.) ; 23(1): 107-112, 2022.
Artículo en Portugués | CONASS, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ISPROD, Sec. Est. Saúde SP, SESSP-ISACERVO | ID: biblio-1510498

RESUMEN

0 trabalho transdisciplinar, a participação de movimentos sociais e o reconhecimento dos saberes de pessoas trans e travestis, especialmente quando sistematizados por atividades de extensão universitária, tem sido eixos potentes na construção de linhas de cuidado pautadas na integralidade em saúde. Neste relato de experiência, expor-se-á como a formulação, estruturação e condução de um serviço pensado com e para pessoas trans e travestis, atuando conjuntamente em diferentes frentes com os movimentos sociais e acadêmico-profissionais, necessitam do apoio e do diálogo constante com a comunidade, desde o planejamento & avaliação dos resultados. Esse diálogo formativo - e em constante construção - se constitui pela necessidade de compartilhamento de saberes vivenciados pelas pessoas trans e pela equipe multiprofissional frente ao alinhamento e delineamento de ações de promoção da saúde com base na psicodespatologização das identidades trans e na autonomia do sujeito.


Asunto(s)
Transexualidad , Práctica Clínica Basada en la Evidencia
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